sexta-feira, 9 de maio de 2008

Persistência


Persistência que ainda consiste
Esperança que não se abala
Aqui
Árduos momentos
Contigo sobrevivo
Sobreviver por nós
Em nós

Para que ainda haja pureza
Em sutiz momentos
Sentimentos
Fazer tudo valer
Valer como sonhos
Que sabemos que não existe

(Carolina M. Hojér)






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Minha amada solidão
Que todos os dias me deito contigo na cama
Apenas tu não me deixas só na escuridão
Minha companhia e de quem ama
Já conquistaste o meu coração
Do qual já só restam cinzas sem nenhuma chama
Já não bate, não tem razão
Agora só sangue derrama
Minha querida agonia
Porque decidiste ser só minha ?
Ainda o meu coração mal batia
E já te tinha como vizinha
Nunca me largues como eu queria
Na minha vida és rainha
Em cada maldito dia
Sempre a pisar a linha...

Tantos gritos mudos presos no peito
Aqui deambulam por este coração enjaulado
Sem que nada seja feito
Vou enlouquecendo com tanto desperdiçado
E por mais que tente não me ajeito
Esta dor que anda sempre a meu lado
Com a qual todos os dias me deito
É este o meu fado